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Melhores investimentos financeiros para 2021

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Capítulo 1

Os melhores investimentos de 2021

Após um ano desafiador como vimos em 2020, investidores iniciantes e experientes querem saber: quais são os melhores investimentos para 2021? Para ajudar todos que buscam a resposta para esta dúvida e que querem explorar o melhor do mercado do jeito certo, preparamos este artigo completo com a visão de especialistas.

Em resumo, para responder a pergunta sobre qual o melhor investimento para 2021, podemos dizer que serão aqueles ativos com potencial para crescer mesmo diante de um cenário de recuperação econômica gradual. A renda variável se apresenta como a modalidade com maiores chances de entregar as melhores oportunidades e possibilitar bons resultados, seja com ações, Fundos, ETFs, BDRs, FIIs, contratos futuros, e afins.
                   

Para entender mais no detalhe onde investir em 2021, veja a lista que o time de especialistas da Toro Investimentos criou com a projeção dos melhores investimentos para este ano:

Ações de empresas ligadas a commodities (PETR4, PRIO3, VALE3, KLBN11 e SUZB3).
Ações de grandes bancos (BBAS3, BBDC4 e ITUB4).
Ações de companhias de proteína animal (JBSS3, e MRFG3 e BRFS3).
Ações de empresas ligadas ao consumo e varejo (LREN3, BTOW3, LAME4, VVAR3, GUAR3, PETZ3).
Ações de empresas de exploração de imóveis (CYRE3, EZTC3, MRVE3, e DIRR3).
Papéis de empresas de energia (EQTL3, TAEE11 e TRPL4).
Ações de empresas de shopping centers (IGTA3 e MULT3).
Ações de companhias de tráfego de veículosmobilidade (ECOR3)
Ações de empresas do setor de educação (YDUQ3 e COGN3).
Ações de empresas de aluguel de veículos (MOVI3).
Fundos de Investimento Imobiliário.
Fundos de Investimentos.
CDBs de bancos menores.
LCI e LCA.
Investimentos em ativos no exterior, como BDRs e ETFs.

O ano de 2020 será sempre lembrado como um período bastante conturbado devido, especialmente, à pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2). A crise sanitária em escala mundial levou quase todos os países a implementarem medidas de distanciamento social, com fechamento de comércio, trabalho remoto e restrições à circulação de pessoas.

Com tantas mudanças, é claro que a Bolsa de Valores brasileira não ficou de fora e sofreu um revés de quase 50% ao longo do primeiro trimestre do ano. Mas, como qualquer crise, o pior parece já ter ficado para trás e o Ibovespa já se aproxima novamente do patamar pré-pandemia.

Pensando nos melhores investimentos de 2021, nosso time de especialistas do mercado acredita na continuação da recuperação econômica, mas de forma desigual entre os setores.

O País terá que lidar com um nível recorde de desemprego e de endividamento público, o que dificulta medidas mais enérgicas do governo para enfrentar as dificuldades. O dólar alto e os juros baixos podem ser benéficos para algumas empresas, mas pesam nas contas de outras. Por isso, é importante saber em quais empresas investir nos próximos meses.

Entenda melhor a visão do nosso time de experts do mercado sobre os melhores investimentos de 2021 também no vídeo abaixo:



Continue lendo para saber todos os detalhes das oportunidades identificadas pelo nosso time de especialistas e ficar por dentro da nossa seleção dos melhores investimentos de 2021.

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Capítulo 2

Melhores ações para 2021 no longo prazo

Entre as principais modalidades para quem busca os melhores investimentos do ano estão as ações interessantes para quem quer investir no longo prazo. Investir desta forma significa encontrar empresas com bom potencial de crescimento nos próximos anos ou investir em empresas já maduras e com alta distribuição de dividendos.

Dentro dessa perspectiva, separamos algumas empresas que acreditamos que devem ter um ótimo resultado ao longo de 2021 e, possivelmente, nos próximos anos também.

Contudo, é sempre bom lembrar que prever com toda certeza qual será o melhor investimento de 2021 não é realmente possível, especialmente quando o assunto é o mercado de renda variável.

O ideal na hora de investir é sempre diversificar: escolher diferentes ativos promissores, aumentando suas chances de sucesso e suavizando os riscos.

Veja a seguir quais são as melhores ações para 2021 selecionadas pelo nosso time de analistas da Toro Investimentos e divididas por setores:

Commodities

Petrobras (PETR4)
A Petrobras vem avançando na sua reestruturação, baseada na estratégia de gestão de portfólio, através de vendas e desinvestimentos. O objetivo é reduzir o endividamento da Companhia (liberando caixa), enquanto prioriza as operações que geram mais valor, como o foco no seu core business (exploração em águas profundas e a produção de petróleo e gás natural). Dessa forma, aumentam as chances de torná-la mais enxuta, eficiente e com melhores margens de rentabilidade.

Na nossa visão, apesar de haver pontos de atenção nos resultados, os números do terceiro trimestre de 2020 mostram a resiliência da Empresa diante de um cenário de forte queda do preço internacional do barril de petróleo Brent devido à redução da demanda global por combustíveis durante a pandemia.

Somado a isso, suas ações seguem com múltiplos bastante descontados e a Petrobras tem espaço para se beneficiar da retomada da atividade econômica no mundo, o que nos faz perceber uma boa oportunidade de compra para o longo prazo em ações PETR4.
Vale (VALE3)
A presença global da Vale, com manutenção de operações de extração em vários continentes, permite a redução de risco geográfico. Além disso, gostamos bastante da geração de caixa da Companhia, o que contribui para a redução significativa da sua dívida líquida.
Com a redução da sua alavancagem, a Mineradora passa a ter uma situação mais confortável para alocar em CAPEX destinado a formas alternativas de barragens.
Outro ponto de destaque que beneficia as vendas da Vale consiste no programa de estímulo ao crédito na China, que tem fomentado os setores de infraestrutura e construção civil, o que, em conjunto com os indicadores positivos de atividade econômica no País, fomenta a demanda por minério de ferro, bem como favorece o aumento de preços da commodity.

Acreditamos que esta é uma tendência que deve continuar se desenvolvendo em 2021. A Empresa também se beneficia do dólar num patamar mais elevado face ao real. Devido a estes aspectos, consideramos que as ações da Vale (VALE3) no momento são uma boa escolha para o longo prazo.
Klabin (KLBN11)
A Klabin segue apresentando bom desempenho operacional, com aumento no volume total de vendas (excluindo madeira): embalagens de papel ondulado (10%), cartões (15%), kraftliner (17%) e de celulose (22%), no último trimestre reportado. Além disso, a receita líquida da Companhia se beneficia da desvalorização do real, o que favorece as exportações de produtos e as vendas de celulose.

Também têm impulsionado a performance da Companhia:
  • O reajuste de preços no mercado doméstico para as linhas de papéis e embalagens.
  • A maior concentração de celulose de fibra longa/fluff no mix de produtos.
Devido aos bons resultados operacionais e à perspectiva futura bastante positiva para a Klabin, nosso time de especialistas recomenda a compra de KLBN11.
Suzano (SUZB3)
A Suzano tem posição de destaque entre as maiores produtoras de celulose e integradas de papel do mundo. A Companhia tem mostrado alta eficiência operacional, conseguindo forte geração de caixa, mesmo com os baixos preços do setor ao longo de 2020, o que tem feito a maior parte das empresas operar com margens negativas. Isso ocorreu, principalmente, devido à entrada de novos ofertantes, que surgiram em 2018 e 2019, diante da alta destas commodities.

Dessa forma, deve ocorrer uma grande inflexão no preço destes insumos, em função:
  • Da redução da oferta com a saída de empresas do mercado.
  • Da rápida retomada da economia chinesa, que importa mais de 40% do papel e celulose mundiais.
  • E do aumento da demanda por embalagens, em razão da expansão do e-commerce.
Além disso, em 2021, a China iniciará a proibição da importação de papéis recicláveis, um substituto do papel e da celulose, o que tende a causar aumento na sua demanda.
Acreditamos que a Suzano continuará entregando bons resultados nos próximos trimestres, pautados na disciplina financeira e nas possíveis expansões orgânicas, o que somado ao cenário favorável à alta nos preços do papel e da celulose, nos faz entender que as ações SUZB3 tendem a ter excelente desempenho em 2021.

Bancos

Itaú Unibanco (ITUB4)
O Itaú Unibanco vem demonstrando sua adaptabilidade à digitalização do mercado financeiro, tornando-se competitivo frente aos bancos digitais e às fintechs. Esse movimento é refletido no fechamento de algumas agências físicas e nos investimentos em melhorias tecnológicas.

No terceiro trimestre de 2020 (3T20), o Banco ampliou em 85,5% a abertura de contas através dos canais digitais por pessoas físicas e em 300% por pessoas jurídicas, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
                                           
No curto prazo, o cenário é desafiador, devido à imprecisão em relação à recuperação econômica e à incerteza sobre a questão fiscal no País.
                                   
Apesar disso, as perspectivas futuras para o Itaú são positivas, em função dos bons fundamentos de gestão e da disciplina no controle dos custos.

Além de ainda apresentarem uma atrativa taxa de dividendos, as ações ITUB4 se encontram bastante descontadas e podem apresentar boa performance diante de uma aceleração no ritmo de recuperação econômica do Brasil.
Bradesco (BBDC4)
A redução da despesa com provisão de devedores duvidosos (PDD) e o crescimento da receita em quase todas as linhas de serviços impulsionaram o resultado do Bradesco no terceiro trimestre de 2020 (3T20).

Além disso, a Companhia vem demonstrando eficiência na contenção dos custos, mesmo com os impactos econômicos provocados pela pandemia do coronavírus e a incidência de um acordo coletivo durante o período.

O Banco também está ampliando seu processo de digitalização, buscando a redução de agências físicas e a melhor experiência para o cliente, através de um atendimento mais eficiente. Apesar do momento desafiador, a aquisição do BAC Florida Bank, visando o segmento de alta renda, a disciplina no controle dos gastos e a expansão para os meios digitais favorecem o resultado do Bradesco para os próximos trimestres.

O Banco ainda apresenta um bom histórico no pagamento de proventos. Desta forma, consideramos que as ações BBDC4 merecem um lugar entre os melhores investimentos de 2021.
Banco do Brasil (BBAS3)
Apesar do risco de governança mais alto por ser estatal, operacionalmente o Banco do Brasil se destaca com a carteira mais blindada entre os pares, uma vez que reduziu os empréstimos para SMB (pequenas e médias empresas) e a exposição a grandes empresas (como Oi, Odebrecht e outras) está bem menor.

Além disso, a maior parte da carteira (cerca de um terço) é voltada para o agronegócio, sendo que o Banco detém dois terços do crédito de agronegócio no País, setor que está indo bem e é mais resiliente a crises. Outra parte da carteira (cerca de 10%) é destinada para crédito consignado, cujo pagamento é descontado direto na folha, sendo que a maior parte dos clientes são funcionários públicos federais.
                                           
No cenário pré-crise, o Banco do Brasil apresentava o maior crescimento de lucro face aos pares.
                                   
Atualmente, a capitalização do Banco é saudável, tem bom nível de cobertura (volume de provisão em função da inadimplência) e tem tido crescimento no segmento de seguros, previdência e capitalização.

A instituição também continua com múltiplos muito atrativos, o que, em conjunto com os demais fatores mencionados, nos faz acreditar que o preço de suas ações BBAS3 estão bastante descontadas, configurando uma boa oportunidade de investimento.

Proteína animal

JBS (JBSS3)
A resiliência do setor alimentício durante a crise econômica provocada pela pandemia de Covid-19 e o contínuo aumento da demanda mundial por proteínas favoreceram o resultado da JBS no terceiro trimestre de 2020 (3T20), que apresentou boa performance na receita e no EBITDA de todos os seus segmentos.

O câmbio favorável para as exportações e a retomada do processo de listagem de ações das operações internacionais da JBS em uma Bolsa dos EUA também estimulam o crescimento da Companhia.

Além disso, a JBS é a principal produtora de proteínas do mundo e a segunda maior Companhia alimentícia mundialmente. Dessa forma, acreditamos na boa performance da Companhia para os próximos trimestres, o que pode refletir nas ações JBSS3.

Varejo

Lojas Americanas (LAME4)
Uma das maiores redes de varejo, a Lojas Americanas, segue comprometida com a expansão dos seus negócios, com ênfase no desenvolvimento da estratégia multicanal, que conta com o crescimento da sua ampla gama de lojas físicas e da sua plataforma de vendas na internet (e-commerce e marketplace).

A Companhia tem evoluído de forma marcante nas suas capacidades operacionais, de logística e de tecnologia, além de conseguir bons indicadores de rentabilidade comparados aos pares do setor.

A Companhia captou recursos recentemente com o intuito de seguir com aquisições estratégicas e de continuar realizando investimentos na sua infraestrutura, que possam gerar mais vendas e melhores resultados para a Lojas Americanas e para a B2W, sua controlada.

Tais fatores, em conjunto, fazem com que a Lojas Americanas seja uma forte competidora no mercado e permitem que a Empresa consiga capturar bastante valor, inclusive se beneficiando da nova tendência de compras online no País. Por isso, acreditamos no potencial de valorização das ações LAME4 para o ano de 2021.
Lojas Renner (LREN3)
A empresa Lojas Renner é uma das maiores varejistas de moda do País em faturamento, que conta com mais de 500 lojas em operação, entre Lojas Renner, Camicado e Youcom, com presença em todo o País.
                                           
Considerada uma das empresas mais bem geridas da Bolsa brasileira, a Companhia é a nossa favorita do segmento de moda, por ter exposição à clientela de classes A e B, cujo consumo é mais resiliente em cenários de crise.
                                   
Nossa escolha também se dá porque a Lojas Renner apresenta os melhores indicadores de rentabilidade face a outras empresas do mesmo setor e por sua eficiência operacional, como a necessidade de capital de giro e das vendas, o que reflete a assertividade na composição dos estoques.

Apesar de todo o impacto da pandemia de coronavírus, avaliamos que a Empresa continuará com seus números fortes. A Companhia vem focando cada vez mais nas suas operações online, que tiveram forte crescimento no último trimestre reportado.

A estrutura de capital da Lojas Renner, com o índice de dívida líquida/EBITDA ajustado menor do que 1x nos deixa confortáveis, assim como a posição resiliente em termos de fluxo de caixa livre. Desta forma, avaliamos os papéis LREN3 como uma grande opção entre os melhores investimentos em 2021 para o longo prazo.

Exploração de imóveis

Cyrela (CYRE3)
A Cyrela é uma das maiores incorporadoras do País, com atuação no segmento de alta renda e luxo. Presente em 16 estados brasileiros e no Distrito Federal, a Empresa atua em todas as etapas do negócio e, além disso, controla:
  • A Cyrela Urbanismo, de projetos completos para classe média.
  • A Living, do segmento super econômico.
  • E a Vivaz, que opera em parceria com o programa Minha Casa Minha Vida.
Por ser focada nos segmentos de alto e médio padrão, que não são tão dependentes das condições de financiamento e do crescimento da economia brasileira atualmente comprometido devido aos efeitos da pandemia, acreditamos que as ações CYRE3 se configuram como uma boa oportunidade entre os melhores investimentos, além de estarem bem descontadas na Bolsa.
Eztec (EZTC3)
A Eztec é uma das principais incorporadoras focadas no segmento de alta renda no Brasil. Por atuar em um segmento no qual é possível ter maiores margens a partir da venda de produtos de maior valor agregado, a Empresa está entre as mais lucrativas no segmento de construção e incorporação, no Brasil.

Com seu modelo de negócio totalmente integrado, a Companhia já lançou 141 empreendimentos, totalizando 29.033 unidades e mais de 4,3 milhões de metros quadrados de área construída e em construção.

Acreditamos que as ações da Eztec (EZTC3) sejam um bom investimento para 2021 por três principais fatores:
  1. Primeiro, a Empresa mostra uma grande eficiência operacional, resultando em elevadas margens.
  2. Segundo, a redução das taxas de juros das hipotecas de longo prazo, tendo em vista a queda da taxa de juros do SBPE, resultando em uma maior oferta de crédito imobiliário e consequentemente, maior demanda por imóveis.
  3. Terceiro, a Companhia apresenta um balanço bastante sólido e uma estratégia conservadora de alocação de capital, o que mitiga o risco e incentiva a eficiência operacional.
MRV Engenharia (MRVE3)
A MRV Engenharia é a maior incorporadora e construtora da América Latina no segmento de Empreendimentos Residenciais Populares. A Companhia desfruta de boa gestão, o que se reflete numa contínua evolução dos seus indicadores.

Na busca por modelos de negócios complementares, estratégia que envolve também a internacionalização, a MRV fez a aquisição de 51% da sua coirmã americana, a AHS Residential.

A adquirida atua como incorporadora, construtora e administradora de aluguéis residenciais, o que abrange a gestão de 2 mil imóveis por ano, com operação atualmente concentrada no sul da Flórida. O objetivo é fazer a expansão do negócio nos EUA, onde existe excesso de demanda.

A lei dos distratos também auxilia as companhias do setor, dando maior previsibilidade contratual. Os fatores que fazem o nosso time de analistas de investimentos ver com bons olhos o futuro do setor de construção civil no País são:
  • O aumento dos lançamentos por boa parte das construtoras, queda nas taxas de vacância.
  • Aumento no número de vendas e redução dos estoques.
  • Cenário de juros baixos, que favorece a contratação de financiamento imobiliário.
  • Além da perspectiva de retomada da economia brasileira pós-pandemia.
Por isso, acreditamos que a MRV está bem preparada para aproveitar esse momento do mercado que está por vir. E portanto, suas ações MRVE3 se apresentam como uma boa escolha entre os melhores investimentos de 2021.

Energia

Equatorial (EQTL3)
A Equatorial atua nos segmentos de geração, transmissão e distribuição de energia. O seu corpo executivo é bem visto pelo mercado, por ter na gestão de custos um dos principais pilares estratégicos. A Empresa também tem foco na aquisição de outras companhias do segmento, mas que tenham uma notável disciplina financeira.

Além disso, as receitas são bastante previsíveis, o que torna a Empresa uma boa pagadora de dividendos. Uma retomada mais forte da economia brasileira também é um ponto positivo, pois deve trazer reaquecimento da indústria, setor responsável por parte considerável da receita da Equatorial, reforçando nossa recomendação de compra no papel EQTL3.
Taesa (TAEE11)
A indústria de energia é um dos mercados que possuem alta previsibilidade de receita, destacando-se o segmento de transmissão, que é favorecido pelos longos contratos de concessão.

Atualmente, a Taesa concentra-se na construção, operação e manutenção de ativos de transmissão, o que lhe permite uma vantagem comparativa no quesito de apuração futura de seu faturamento. Além disso, a Companhia está entre os maiores grupos privados do Brasil em relação à remuneração via RAP (Receita Anual Permitida).

A Taesa possui ativos em 18 estados brasileiros e no Distrito Federal, recentemente, também arrematou 9 lotes em leilões, sendo que estes apresentam retornos atrativos. A Empresa segue focada em ampliar o seu crescimento de maneira sustentável, buscando alcançar sinergias em novas aquisições.
                                           
A política de pagamento de dividendos da Taesa é considerada sólida e consistente, proporcionando um alto nível de remuneração aos acionistas.
                                   
Sua gestão eficiente vem sendo refletida através dos consistentes resultados apresentados pela Companhia ao longo dos últimos trimestres, a previsibilidade na geração de receita e os reajustes alinhados com os índices de inflação ainda contribuem para o seu bom desempenho.

Por último, os projetos em desenvolvimento e a participação ativa nos leilões de transmissão também favorecem o crescimento da Empresa. Sendo assim, acreditamos que a compra do ativo TAEE11 é uma boa opção entre as melhores ações para o longo prazo.
ISA CTEEP (TRPL4)
Dentro do setor elétrico, o segmento de transmissão é pouco impactado pelos riscos hidrológicos e pelas variações de preço. Esse fato leva a uma vantagem comparativa para a ISA CTEEP frente às demais, já que atua somente nesse segmento.

Outro ponto de resiliência é a forma com a qual são remuneradas, via RAP (Receita Anual Permitida), a parcela da receita que as transmissoras recebem por sua disponibilidade de serviço e não pelo quanto de energia elétrica transmitem.
                                           
Vale destacar que a ISA CTEEP é a segunda maior empresa em termos de Receita Anual Permitida no Brasil.
                                   
Os ativos da Companhia estão distribuídos em várias regiões do País, têm retorno bem atrativo e a ISA CTEEP continua se expandindo. A Empresa também segue uma linha de distribuição de dividendos consideravelmente alta e apresenta uma boa governança corporativa.

Os resultados da ISA CTEEP se mostram bastante resilientes. Sua geração de caixa é alta e bastante previsível, além disso, ela possui margens elevadas. Outra fonte de faturamento são as operações de manutenção, reajustadas pela inflação e o Governo arca com os custos das concessões.

Por fim, entendemos que o preço das ações está descontado, mas não observamos na mesma proporção uma piora nos resultados operacionais da ISA CTEEP, o que nos leva a sustentar a recomendação de compra para as ações TRPL4.

Essas são as melhores ações que acreditamos serem ótimas escolhas para compor sua carteira de investimentos visando o longo prazo. No entanto, precisamos lembrar mais uma vez que nossa seleção dos melhores investimentos se baseia em dados que, por sua vez, indicam tendências e não há como prever o futuro com 100% de acerto.

Muitos imprevistos podem ocorrer e afetar o cenário que estamos enxergando. Por isso, construir uma carteira de investimentos sólida, equilibrada e bem diversificada é uma das melhores formas de proteger seu capital e aumentar suas chances de ter ótimos resultados em 2021.

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Capítulo 3

Melhores ações small caps para 2021

Com as perspectivas positivas para a Bolsa de Valores em 2021, algumas ações têm potencial de crescer mais que a média do mercado. São as chamadas small caps, nome em inglês que se refere às empresas de menor valor de mercado.

Diferentemente das instituições mais renomadas como Petrobras (PETR4), Itaú (ITUB4) e Ambev (ABEV3), essas small caps ainda não estão tão consolidadas e muitas vezes ficam fora do radar da maioria dos investidores, o que abre espaço para oportunidades ainda mais atrativas.

                                           
Um dos maiores exemplos recentes desse tipo de cenário é o de PetroRio (PRIO3). Há poucos anos, a Empresa esteve próxima da falência, mas se reergueu, mudou sua gestão, adquiriu novos campos de petróleo e hoje passa por seu melhor momento.
                                   

Seu crescimento não foi apenas produtivo, mas também na Bolsa. Entre 2016 e 2020, as ações da PetroRio se valorizaram mais de 4700%, ou seja, um investidor que comprou R$5.000 de ações PRIO3 em janeiro de 2016, após 4 anos teria embolsado aproximadamente R$240.000.

Encontrar essas empresas com grande potencial de valorização, contudo, não é tarefa fácil. A grande maioria das pequenas empresas nunca conseguirá se consolidar da mesma forma e pode até mesmo fechar as portas, especialmente num contexto de crise como o que vivemos.

Por isso, nosso time de especialistas separou as ações mais promissoras para você ficar de olho em 2021:

Commodities

PetroRio (PRIO3)
A PetroRio apresentou, ao longo dos últimos 5 anos, um desempenho econômico satisfatório em relação à reestruturação, com melhoria nas margens bruta, líquida e EBITDA, e medidas de retorno em linha com uma gestão saudável dos ativos.
                                           
Isto foi resultante da decisão da Empresa de focar no desenvolvimento de poços maduros e não mais atuar na descoberta de campos, estratégia esta que possui um alto risco e exige investimentos pesados.
                                   
Dessa forma, o crescimento da Companhia depende da aquisição de novos campos e, por esse motivo, observamos desempenho extraordinário das suas ações no mês de novembro, que subiram mais de 60%, principalmente, em resposta positiva do mercado ao comunicado de que a PetroRio adquiriu participação em dois novos campos (Wahoo e Itaipu).

Isto traz a perspectiva de aumento da capacidade produtiva, além de marcar a entrada da PetroRio no Pré-Sal, fato que mostra potencial para destravar muito valor futuro para a Empresa. Além disso, sua forte posição de caixa e baixa alavancagem lhe atribuem um bom preparo para arcar com novas aquisições.

Outro fator que contribuiu para o ótimo desempenho das ações PRIO3 em novembro foi a alta no preço internacional do petróleo, fomentada pelo noticiário repleto de avanços nos testes com vacinas contra o novo coronavírus.
A notícia fez com que os investidores realocassem recursos aumentando a busca por papéis que mais sofrem com medidas de isolamento social e podem, então, ter resultados muito melhores com o fim da pandemia, como é o caso de PetroRio.
Somados todos os fatores mencionados junto à perspectiva de demanda crescente por petróleo num contexto de retomada econômica acelerada pelas vacinas, acreditamos que PetroRio ainda possui muito valor a ser destravado no longo prazo.

Mais do que isso, por se tratar de uma empresa de menor porte (em comparação à Petrobras), a PetroRio é uma Companhia que tem grande potencial de multiplicar o seu tamanho em algumas vezes, o que impulsionaria os preços de suas ações PRIO3 para uma forte valorização.

Proteína animal

Marfrig (MRFG3)
A Marfrig Global Foods é uma multinacional brasileira atuante no segmento alimentício, sendo considerada uma das principais companhias produtoras de alimentos à base de proteína animal do mundo. Fundada em 2000, a Empresa está presente em aproximadamente 100 países e se destaca por sua internacionalização e diversificação.

Consideramos que a Marfrig Global Foods possui múltiplos mais atrativos em comparação a outras companhias do setor frigorífico, além de boas perspectivas para o futuro, principalmente, em função do aumento da demanda mundial por carne bovina e do câmbio favorável para as exportações.

Dessa forma, consideramos que a compra do ativo MRFG3 é uma boa opção no momento para quem busca construir uma carteira com os melhores investimentos do ano.
BRF (BRFS3)
A BRF é uma das maiores empresas de alimentos do mundo. Com atuação em mais de 140 países nos 5 continentes, o Grupo detém marcas de renome como Sadia, Perdigão, Chester, Perdix, Claybom e Qualy. Focada em corte suínos e aves, a Companhia é a principal exportadora mundial de frango.
No segmento Brasil, a Empresa vem adotando campanhas de marketing para expandir a preferência de suas marcas entre os consumidores, além de aumentar o seu portfólio com produtos de maior valor agregado.
Já no segmento Internacional, a BRF está ampliando o processo de habilitação de novas plantas. Além disso, a expansão da operação e-commerce e as parcerias com plataformas digitais favorecem o bom desempenho do Grupo.

Acreditamos que a BRF continuará se beneficiando do aumento da procura por produtos processados no Brasil, do crescimento da demanda mundial por proteína animal e do câmbio favorável para as exportações. Sendo assim, o ativo BRFS3 está entre os melhores investimentos para o próximo ano.

Varejo

Via Varejo (VVAR3)
A Via Varejo demonstrou, através dos resultados obtidos no 3T20, sua habilidade de adaptação ao novo normal no contexto da pandemia no Brasil: fazer compras sem sair de casa.

No trimestre, a Companhia conseguiu um lucro líquido de R$590 milhões, revertendo o prejuízo obtido no mesmo período do ano anterior, essa melhoria foi efeito do desempenho do e-commerce, do aumento da alavancagem operacional e da diluição de custos.

Os avanços no processo de reestruturação, após a mudança no seu quadro societário, com destaque para o desenvolvimento digital da Companhia e a sua capacidade de adequação às novas preferências de consumo, colocam as ações da Via Varejo (VVAR3) entre as melhores ações de 2021 nos próximos trimestres.
Guararapes (GUAR3)
A única Companhia no seu setor a operar nas três vertentes de seu negócio - indústria, varejo e financeiro - a Guararapes tem se destacado no mercado varejista de vestuário, no qual atua com a marca Riachuelo.

No segmento financeiro, opera com a Midway, com o financiamento dos consumidores para as compras na Riachuelo, além de oferecer serviços que ultrapassam o vestuário. Fora isso, ainda conta com sua própria transportadora, a Casa Verde, que presta serviço exclusivo para o Grupo Guararapes.

Os negócios da Guararapes devem se beneficiar da retomada do varejo físico pós-pandemia, além do novo comportamento de compras online. O principal destaque neste novo contexto é o avanço da sua operação online: os canais digitais ganharam mais relevância e já representam grande parte das vendas totais de mercadorias.
A Companhia também está expandindo o seu marketplace, agregando diversas marcas, para se tornar uma grande plataforma do varejo de moda. Por isso, enxergamos uma boa oportunidade nas ações GUAR3.
                                   
Petz (PETZ3)
A Petz é uma das maiores redes de pet shops, especializada em serviços e produtos para animais de estimação no Brasil, o 4º maior mercado mundial desse segmento. Presente em 15 estados e no Distrito Federal, a Companhia conta com 128 lojas e 9 centros veterinários, sob a marca Seres. Além de ser responsável pelo programa nacional de adoção de cães e gatos, Adote Petz.

A Empresa é a única companhia listada na B3 com um modelo de negócios voltado para o setor de animais de estimação, que conta com uma alta demanda e disposição dos consumidores para pagar um preço mais elevado por produtos e serviços diferenciados para seus pets.
Atualmente, a Petz atua através da estratégia omnicanal completa, integrando os canais físicos, digitais e os segmentos de produtos e serviços, buscando oferecer a melhor experiência de compra para os seus clientes, seja nas lojas físicas ou nas vendas online.
                   
Acreditamos que a Companhia apresentará um desenvolvimento apoiado nas aquisições e no crescimento orgânico, se beneficiando da forte demanda por seus produtos e serviços, da fragmentação do mercado em que está inserida e da utilização da plataforma omnicanal, que a torna mais competitiva frente aos seus concorrentes.

Sendo assim, consideramos que a aquisição do ativo PETZ3 é uma boa oportunidade para o próximo ano.

Exploração de imóveis

Direcional (DIRR3)
A Direcional atua no segmento de empreendimentos populares de grande porte, de forma a otimizar os seus métodos de construção, facilitar a administração e a logística dos seus canteiros de obras, além de obter maior controle operacional dos empreendimentos.

A Empresa também apresenta uma dispersão geográfica bastante diversificada, com presença sólida nas regiões Norte e Centro-Oeste, saindo na frente dos seus principais concorrentes.
                                           
Apesar de pouco exploradas, tais regiões aliam elevado potencial de crescimento econômico e déficit habitacional significativo.
                                   
Além disso, o crescimento nos lançamentos focados no público de baixa e média renda, a diminuição das despesas financeiras, após uma política de desalavancagem e otimização na estrutura de capital, e múltiplos descontados são fatores que nos fazem perceber um bom potencial de retorno no investimento em DIRR3.

Shopping centers

Iguatemi (IGTA3)
A Iguatemi atua no mercado de full-service para shopping centers em regiões de maior poder aquisitivo, com alguns deles tendo os aluguéis por metro quadrado mais valorizados da América Latina. Destacam-se também a sua equipe de administração experiente e a sinergia entre os shopping centers e as incorporações imobiliárias nas redondezas de suas instalações.

Além disso, os indicadores de rentabilidade da Companhia estão entre os mais altos do setor e a Empresa tem apresentado aumento na capacidade de utilização, atingindo um nível de 69% em setembro, o que demonstra o impacto positivo da retomada gradual da economia após os efeitos restritivos da pandemia.
A Companhia permanece engajada no desenvolvimento de seu marketplace, o Iguatemi 365, que alcançou o nível de, aproximadamente, 350 marcas e mais de 15 mil produtos ofertados na plataforma, estando presente, atualmente, em 28 cidades no Brasil.
                   
Portanto, apesar dos desafios enfrentados no curto prazo, acreditamos que a Iguatemi continuará se beneficiando da flexibilização do isolamento social, do consumo gerado com a proximidade de épocas festivas, além de conseguir performar bem mesmo em cenários de crise, devido à sua exposição a classes de mais elevado poder aquisitivo no País.

Então, quem quer focar nos melhores investimentos de 2021 deve prestar atenção nas ações IGTA3.
Multiplan (MULT3)
A Multiplan possui um portfólio premium de shopping centers, em localizações privilegiadas no País. Por se tratarem de empreendimentos voltados para classes A e B, a Empresa conta com uma clientela de alto poder aquisitivo, com renda e consumo menos sensíveis a crises.

A Companhia tem o histórico de entrega dos mais altos níveis de aluguel por metro quadrado, além de apresentar performance superior ao setor em SSS (Vendas de Mesmas Lojas) e SSR (Aluguel de Mesmas Lojas) por trimestre desde 2010.

Os indicadores de rentabilidade da Multiplan também estão entre os mais altos do setor. Diante da retomada econômica e com a reabertura dos centros comerciais pelo Brasil, acreditamos que o momento seja bastante favorável para a exposição ao segmento de shopping centers, o que nos faz recomendar compra em MULT3 para o longo prazo, devido aos fatores que acabamos de citar e também pelo fato de seus múltiplos estarem mais atrativos no momento.

Educação

YDUQS (YDUQ3)
Com uma história de quase meio século, a YDUQS (antiga Estácio Participações) é hoje o segundo maior grupo privado de Educação Superior no Brasil, em número de matrículas e também em volume de receitas.

Acreditamos que seu business esteja menos suscetível aos impactos na economia provocados pelo coronavírus, como a alta na taxa de desemprego e a queda da renda média nacional. A Empresa vem apresentando números robustos que mostram seu crescimento e, consequentemente, sua lucratividade.
A Yduqs também apresenta uma proposta de crescimento das suas atividades via aquisições, como aquela firmada com o grupo norte-americano Adtalem. Além disso, a Companhia vem focando em cursos de medicina, que costumam apresentar menor evasão e elevado ticket médio.
                   
Apesar de ter se valorizado 103% no ano de 2019, enxergamos que o setor de educação tem espaço para crescer no Brasil no longo prazo e a Yduqs está muito bem posicionada para se beneficiar desta tendência. Com isso, as ações YDUQ3 se mostram uma boa escolha para compor sua carteira com os melhores investimentos de 2021.
Cogna (COGN3)
Considerada uma das maiores companhias mundiais do setor educacional, a Cogna possui mais de 70 anos de atuação e está presente em vários segmentos do ensino no Brasil, desde o maternal até o mestrado e o doutorado profissional.

Essa diversificação associada com a expansão digital de suas plataformas favorece o crescimento da Companhia. Além disso, sua presença no ensino fundamental, que possui altas taxas de crescimento, é um fator relevante.

Os resultados da Cogna têm sido afetados pelos efeitos sociais e econômicos provocados pela pandemia de Covid-19, com destaque para:
  • A redução da base de alunos do ensino presencial, a maior ocorrência de descontos compulsórios.
  • Renegociação de débitos.
  • E aumento da inadimplência.

Apesar disso, a Cogna pretende manter uma estratégia de priorização da geração de caixa em 2021, implementando cortes nos descontos, encerramento do programa de financiamento próprio (PEP/PMT) e tendência de não renovação de contratos para alunos com perfil inadimplente.

Por fim, o crescimento na captação para o ensino digital, associado aos novos hábitos de consumo gerados pelo isolamento social e que tendem a ser permanentes, e o processo de reestruturação em desenvolvimento auxiliam nas perspectivas positivas para o futuro da Cogna e, consequentemente, para as ações COGN3.

Tráfego de veículos

Ecorodovias (ECOR3)
Atuante no setor de infraestrutura, a EcoRodovias foi prejudicada pela redução no volume de tráfego durante a quarentena. Entretanto, no terceiro trimestre de 2020 (3T20), a Companhia reportou um lucro líquido de R$71,6 milhões, revertendo o prejuízo obtido no mesmo período do ano anterior.

Com o desenvolvimento de uma vacina, é esperado que o fluxo de tráfego retorne à normalidade, favorecendo os resultados da Companhia. Além disso, as melhorias no plano regulatório e a possibilidade de licitações para 2021 podem impulsionar o crescimento da EcoRodovias nos próximos trimestres. Portanto, fique de olho nas ações ECOR3.

Aluguel de veículos

Movida (MOVI3)
A Movida faz parte de um dos setores mais impactados pela queda na circulação de pessoas no período de restrições mais intensas devido à pandemia. Contudo, os seus segmentos de seminovos e de gestão e terceirização de frotas continuaram crescendo na comparação anual.
Além disso, a demanda pela locação de veículos já está se recuperando de forma expressiva. Com isso, a Companhia tem conseguido manter consistência e avanço nos seus resultados.

A Empresa tem investido em novas tecnologias e processos, como o web check-in e a venda online de seminovos, além de ter lançado o Movida Zerokm, um serviço de carro por assinatura com cobrança mensal para pessoa física.

A Movida segue com um operacional sólido e tem potencial para melhorar seus indicadores operacionais à medida em que a economia brasileira for se recuperando.

Como vantagem extra, seus múltiplos se mostram menos apreciados do que o de seus principais concorrentes, o que indica que suas ações têm mais espaço para crescer, reforçando a nossa tese de investimento nas ações MOVI3 num horizonte de longo prazo.
Essas são apenas algumas das ações que podem ter uma ótima performance em 2021, mas existem muitas outras que podem surpreender o mercado.

Para os investidores que quiserem estar sempre por dentro dessas oportunidades, nós criamos o Clube de Pioneiros da Bolsa, onde você terá acesso não só às recomendações, mas também a relatórios e lives exclusivas, além de todo o suporte de nosso time de especialistas.

No Clube de Pioneiros da Bolsa, nosso time de experts te ajuda a estar sempre à frente do mercado, te entregando uma carteira de ações exclusiva para você aproveitar os melhores investimentos de 2021 no momento certo.

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Capítulo 4

Melhor investimento de curto prazo em 2021

Quando olhamos para o que ocorreu na Bolsa em 2020 podemos tirar duas conclusões:

  1. Foi um ano de fortes turbulências, com um cenário que deixou muitos investidores preocupados.
  2. Foi um ano de grandes oportunidades para quem soube observar o mercado e aproveitá-las no momento certo.

Fomos surpreendidos por uma situação jamais prevista, nem pelos melhores especialistas do mercado: um vírus letal provocando morte e incertezas no mundo todo.

No cenário econômico brasileiro, a pandemia de Covid-19 fez a Bolsa voltar a operar na região dos 61 mil pontos, abrindo janelas de oportunidades para quem soube olhar para o mercado com sangue frio.

Mas a pergunta que não quer calar é: Como detectar grandes oportunidades em meio ao caos?

Para os investidores de longo prazo, tivemos diversas empresas operando em regiões de preço extremamente atrativas, algumas delas chegando a ter o preço de mercado abaixo do seu valor patrimonial.

Mas temos no mercado financeiro uma modalidade de investimento que explora não apenas esse cenário de “preços descontados”, estamos falando do Swing Trade, também conhecido como curto prazo. Essa modalidade se refere às operações que buscam aproveitar pequenas oscilações de preço para poder lucrar, e que podem durar entre poucos dias até algumas semanas.

Além disso, os investimentos de curto prazo possibilitam que os investidores explorem todos os movimentos do mercado, tanto de alta como de queda, já que umas das estratégias de swing trade é operar vendido, ou seja, realizar operações de venda a descoberto (ou short selling).

O ano de 2021 deve ainda ser carregado de muitas incertezas, de forma que não podemos descartar a possibilidade de que a Bolsa passe por novas turbulências. Por mais assustador que isso possa parecer, este é um ambiente favorável para as operações de curto prazo, pois é possível aproveitar tanto o movimento de alta, quanto o de baixa.

Muitas pessoas, porém, ainda não sabem como aproveitar os melhores investimentos de curto prazo em 2021 com a eficiência de um expert. E acabam desistindo de realmente explorar o melhor da Bolsa.

Pensando em ajudar estas pessoas, e quem mais quiser contar com a expertise de um time de especialistas, criamos o Toro+. Este é o nosso serviço de assinatura em que as melhores oportunidades de curto prazo do momento chegam em tempo real direto no seu celular.

As recomendações feitas pelos nossos especialistas já chegam para você com lucro e prejuízos planejados. Você só precisa decidir se quer ou não aproveitá-las e se a resposta for sim, você pode investir com poucos cliques na sua conta da Toro Investimentos.

Em várias das operações enviadas exclusivamente para os assinantes do Toro+, foi possível ganhar mais em 1 semana do que se ganharia em vários meses investindo na renda fixa, por exemplo.

Para você ter uma ideia, de janeiro a novembro de 2020, o Toro+ rendeu 221,9% para os investidores que seguiram todas as nossas recomendações. Veja alguns exemplos de operações vencedoras que os assinantes do Toro+ aproveitaram em 2020:


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Na operação acima, quem investiu R$5.000 conseguiu um retorno de R$450 em apenas 1 semana. Isso tudo em uma única operação. Agora, confira mais uma recomendação que trouxe muita alegria para quem está no Toro+:


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Quem entrou nesta operação aqui em cima e investiu R$5.000, conseguiu tirar R$700 do mercado de um dia para o outro, literalmente. Esta operação durou pouco mais de 24 horas. Mesmo que estas sejam situações que já ocorreram, dá para fazer as contas e imaginar quanto é possível tirar do mercado todos os meses com o Toro+, certo?

Diante dos exemplos que acabamos de mostrar, fica fácil entender que é sim possível investir no curto prazo da Bolsa e conquistar resultados excelentes quando se sabe onde e quando investir. Por isso, teste o Toro+ por 7 dias grátis e conte com o nosso time para te ajudar a aproveitar os melhores investimentos de curto prazo em 2021.

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Capítulo 5

Melhores Fundos de Investimento Imobiliário de 2021

Após um 2020 bastante conturbado, em 2021 caminhamos para um ano com perspectivas favoráveis para o mercado imobiliário como um todo. Com a taxa básica de juros do País, a Selic, nas mínimas históricas e com o consenso de mercado apontando para taxas de juros estruturalmente mais baixas para os próximos anos, o mercado imobiliário e a construção civil têm amplo espaço para expansão e recuperação pós-pandemia.

Saímos de 2020 com segmentos que sofreram mais na crise, como o de Shoppings Centers, com possibilidade de se recuperar gradualmente ao longo do ano, com o segmento logístico ainda mais forte, impulsionado pelo e-commerce, e com diversas opções de fundos de recebíveis de boa qualidade com rendimentos atrativos.

Quando se trata de imóveis, muitas pessoas ainda acreditam que só é possível ganhar dinheiro com eles na compra, venda ou locação direta. No entanto, este tipo de investimento não precisa ser pensado apenas na maneira mais tradicional e burocrática.

Uma das formas de ganhar dinheiro com imóveis está na Bolsa: aproveitando os melhores Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs).

Entre os Fundos Imobiliários que merecem ficar no radar dos melhores investimentos de 2021, podemos citar:

  • JSRE11
  • HGLG11
  • VISC11
  • HGPO11
  • BCRI11

Com a taxa de juros no menor patamar da história, a renda fixa se tornou bem menos atrativa do que era há alguns anos. Isso fez com que investidores brasileiros buscassem cada vez mais as oportunidades que a renda variável traz.

Nesse sentido, os FIIs são um segmento super importante, pois permitem se beneficiar desse mercado mesmo com um capital mais reduzido. Além disso, possibilita que o investidor tenha uma renda recorrente e superior à Poupança e a boa parte dos produtos de renda fixa disponíveis.

Além disso, investindo em Fundos de Investimento Imobiliários, você tem a chance de ganhar dinheiro de duas formas: com a valorização das cotas e com a distribuição dos aluguéis.

Então, se você quer aproveitar os melhores investimentos de 2021, uma sugestão interessante é incluir os FIIs na sua carteira. E para contar com a indicação exclusiva do nosso time de especialistas do mercado sobre os melhores Fundos Imobiliários, faça parte do Clube de Proprietários do Futuro.

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Capítulo 6

Melhores Fundos de Investimento em 2021

Os Fundos de Investimento consistem na forma mais simples para acessar investimentos, por isso mesmo acabam sendo uma das principais portas de entrada de muitas pessoas para este universo.

O investimento é mais acessível pois os cotistas não precisam se ocupar com o acompanhamento do mercado e com a escolha dos ativos para compor a carteira. Tais funções são delegadas ao gestor de cada Fundo.

Dessa forma, o investidor conta uma gestão profissional do seu capital, o que pode contribuir muito na busca de boa rentabilidade, além de viabilizar a diversificação, mesmo com pouco capital investido, e uma tributação mais simples.

Entretanto, é importante ter atenção na hora de fazer boas escolhas sobre os Fundos nos quais pretende aportar os seus recursos.

Para te ajudar nessa importante decisão, vamos apresentar a seguir os principais tipos de Fundos de Investimento.

Fundos de Investimento em Ações (FIA)

Os Fundos de Investimento em Ações (FIA) tem como objetivo investir no mercado acionário, com a perspectiva de aplicar, no mínimo, 67% do seu patrimônio em ações negociadas no mercado organizado ou em ativos relacionados a esses mercados como, por exemplo:

  • Bônus ou recibos de subscrição.
  • Certificados de depósito de ações.
  • Brazilian Depositary Receipts (BDR).
  • Cotas de outros fundos de ações.
  • E cotas de fundos de índice de ações.

É importante destacar que essas aplicações possuem objetivos de longo prazo e são aconselhadas para investidores com maior disposição a riscos.

Fundos de Investimento Multimercados (FIM)

Os Fundos de Investimento Multimercados (FIM) são aqueles que apresentam uma política de investimento voltada para diversos fatores de risco, podendo aplicar em vários mercados, como ações, câmbio, renda fixa e outros.

Dessa forma, esses Fundos contam com flexibilidade, já que não são limitados a realizar alocações mais concentradas em uma única classe de ativos. Com isso, os multimercados costumam ser ótimos para viabilizar a diversificação da sua carteira de investimentos.

As estratégias dos Fundos Multimercado também podem incluir a utilização de derivativos para alavancagem.

Fundos de Investimentos Cambiais

Os Fundos de Investimentos Cambiais possuem como principal característica a aplicação em ativos atrelados à flutuação de preços de moedas estrangeiras. A estratégia deste tipo de Fundo consiste em aplicar, no mínimo, 80% do seu patrimônio em títulos associados a moedas.

Investir em Fundos Cambiais permite obter ganhos com a variação cambial e também proteger os objetivos de médio e longo prazo contra as oscilações da moeda.

Além disso, a diversificação obtida com o investimento e a facilidade de investir no mercado de câmbio sem precisar adquirir diretamente moedas também representam boas vantagens dos Fundos Cambiais.

Fundos de Investimento em Renda Fixa

Os Fundos de Investimento em Renda Fixa são aqueles que precisam investir, no mínimo, 80% do seu patrimônio em aplicações de renda fixa, como, por exemplo, títulos de emissão bancária, debêntures, títulos públicos federais, entre outros.

Esses fundos são divididos de acordo com os ativos presentes na sua carteira e a política de investimentos adotada, sendo eles:

  • Curto Prazo
  • Referenciado
  • Dívida Externa
  • Simples
  • Crédito Privado

A diversificação alcançada através do volume financeiro que o Fundo dispõe e a rentabilidade, normalmente superior à taxa CDI, são as principais vantagens desse tipo de aplicação.

Além disso, alguns Fundos de renda fixa apresentam a liquidez e segurança necessária para compor uma parte da reserva de emergência do investidor, sendo uma boa opção para a diversificação desses recursos.

Um fator importante que todo mundo que quer aplicar em Fundos de Investimentos deve ter atenção são as taxas cobradas. Nem todas são cobradas em todos os Fundos, mas é importante conhecê-las. As principais taxas são:

Taxa performance:
Cada Fundo possui um índice de referência, conhecido como benchmark, e metas para superá-lo. Quando o Fundo de Investimento consegue cumprir essa meta pré-estabelecida, pode haver a cobrança da taxa de performance, que é uma porcentagem sobre o rendimento acima da meta.
Taxa de saída:
A taxa de saída é a menos comum dentre as três, mas pode ser cobrada quando o investidor resgata parte do capital aplicado no Fundo. Normalmente, a cobrança só incide em caso de saída antes de um prazo mínimo, mas isso pode variar de Fundo para Fundo.
Taxa de administração:
A taxa de administração é paga sobre o valor total investido e serve para remunerar os gestores do fundo pelo serviço prestado.

Uma boa notícia é que ao investir em qualquer fundo através da Toro Investimentos, você recebe parte da taxa de administração de volta, em dinheiro.

Esse é o cashback em Fundos da Toro. Nós abrimos mão da nossa parte e devolvemos para você, direto na sua conta Toro e em dinheiro.

Quer saber como? É só realizar suas aplicações pela sua conta na Toro. Se você ainda não tem uma conta na Toro Investimentos, abra agora mesmo pois o processo é rápido, fácil e totalmente grátis.

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Capítulo 7

Melhores investimentos em renda fixa para 2021

Foi um movimento que já vinha dos anos anteriores, mas a pandemia de Covid-19 acelerou bastante a queda da taxa básica de juros, a Selic, no Brasil. Ao atingir 2% ao ano, um patamar impensável para quem se acostumou a conviver com juros de 10% ou até 15%, é compreensível que muita gente pense que é o fim dos investimentos em renda fixa.

Por um lado, é verdade que esses produtos se tornaram muito menos atrativos em comparação com a renda variável, uma vez que é possível muitas vezes conseguir a rentabilidade de um ano de Selic em apenas um dia na Bolsa de Valores.

                                           
Mas não há garantia de que o nível atual dos juros não vá mudar daqui para frente, de forma que uma carteira diversificada de investimentos necessariamente passa também por uma alocação em renda fixa.
                                   

Nesse caso, a primeira coisa que deve ser entendida são as diferentes características de cada produto.

Emissores

Públicos e privados

Os títulos públicos são emitidos pelo Governo Federal. Já os títulos privados são emitidos por bancos (CDBs, LCIs e LCAs) e financeiras (Letras de Câmbio).

Rentabilidade

Prefixado, pós-fixado e híbrido

Os prefixados anunciam de antemão exatamente quanto vão pagar até o vencimento do título. Os pós-fixados são geralmente atrelados a um percentual da Selic: se a taxa sobe, o título rende mais. Já os híbridos misturam os dois formatos: normalmente indexados ao IPCA mais uma taxa fixa.

Prazo

De 1 a 30 anos

Há opções com prazo de 1 a 30 anos. É importante se atentar para os prazos, especialmente no caso de títulos privados, já que não é possível sacar os valores antes do vencimento.

Taxas

Taxa zero na Toro

As principais taxas são de custódia e de administração. Mas na Toro você paga taxa Zero. Não cobramos nada para você investir com a gente.

Impostos

De 0% a 22,5% de IR

Para a maioria dos títulos, o percentual varia de 15% a 22,5% e é menor para investimentos com prazos maiores. Já LCIs e LCAs são isentos de IR. Ainda pode incidir IOF, caso o dinheiro seja resgatado com menos de 30 dias.

Riscos

Com e sem a cobertura do FGC

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) é o mesmo fundo que garante os investimentos em poupança, assegurando a cobertura de R$250 mil por CPF ou CNPJ e conglomerado financeiro, limitado a R$1 milhão no prazo de 4 anos. No caso de títulos públicos, não há cobertura do FGC, então há o risco de calote por parte do governo.

Feitas essas explicações, acreditamos que há títulos privados na renda fixa que ainda apresentam taxas interessantes, especialmente pós-fixados e híbridos. Mesmo com a taxa Selic em baixa, a expectativa é de que ela volte a subir nos próximos anos, o que torna os títulos prefixados pouco atrativos neste momento.

O ideal são os títulos de 2 anos, pois assim é possível pagar a menor alíquota de Imposto de Renda (15%).

O prazo curto se deve pela expectativa de alta dos juros nos próximos anos, de forma que, ao vencimento dos títulos atuais, é provável que novas taxas ainda melhores já estejam disponíveis.

Já os títulos híbridos podem ser boas alternativas com as perspectivas de aceleração da inflação. Títulos que ofereçam IPCA+3% ou IPCA+4% tendem a trazer retornos interessantes caso a inflação retorne a patamares mais próximos de 4%.

Esse cenário, inclusive, é bastante possível, uma vez que a alta do dólar e a paralisação de fábricas durante a pandemia elevaram muito os custos de produção, o que deve impactar os preços ao consumidor em 2021.

Em ambos os casos, recomendamos sempre escolher produtos cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito, o FGC, para que o risco de falência do emissor seja protegido.

O FGC é um órgão que assegura a todos os títulos cobertos por ele uma garantia de R$250 mil por CPF ou CNPJ e conglomerado financeiro, limitado a R$1 milhão no prazo de 4 anos. Isso quer dizer que se o banco que emitiu um título de renda fixa falir, mas houver a cobertura do FGC, o investidor pode ter seu dinheiro de volta conforme as condições definidas pelo Fundo Garantidor de Crédito.

Além disso, é bom lembrar que a reserva de emergência, aquele dinheiro que podemos precisar em caso de alguma eventualidade, não deve ser utilizado para esses investimentos, pois eles não permitem saque antecipado.

Títulos públicos pós-fixados, por mais que tenham baixo retorno, são os mais indicados nessa situação por permitirem saque em poucos dias e sem perda de valor.

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Capítulo 8

Onde investir em 2021 no exterior: de olho no que acontece lá fora

Mesmo quem não investe ainda sabe que as notícias internacionais causam impactos (positivos ou negativos) no mercado brasileiro. Portanto, aplicar em ativos no exterior é uma ótima escolha para quem quer aproveitar os melhores investimentos em 2021.

Afinal, incluir este tipo de ativo na sua carteira é uma das melhores formas de diversificar e se proteger de problemas internos no Brasil. Nesse sentido, 2020 trouxe uma grande notícia: a popularização dos Brazilian Depositary Receipts.

Os BDRs são certificados de ações negociadas lá fora que podem ser comprados como qualquer ação da B3. É possível investir em ações de grandes empresas estrangeiras, como Google e Netflix, sem precisar abrir uma conta no exterior.



Até novembro de 2020, esse tipo de oportunidade era restrita para quem tivesse pelo menos R$1 milhão investido. Com as novas regras implementadas pela Bolsa brasileira, agora esses ativos estão disponíveis para qualquer pessoa que queira ampliar os horizontes de sua carteira.

Mas antes de sair comprando, é importante entender como anda a conjuntura internacional. Assim como no Brasil, a pandemia do coronavírus atingiu em cheio os principais países, com efeitos particularmente duros sobre a Europa e os Estados Unidos.

As medidas de isolamento também fizeram despencar o PIB e disparar o desemprego por lá. O lado positivo é que esses mesmos países devem ser os primeiros destinos das novas vacinas, o que permitirá que retomem a vida normal mais rapidamente.
                   

Outro país que deve ter um 2021 muito melhor do que 2020 é a China. Apesar de ter sido o primeiro atingido pela Covid-19, o gigante asiático parece ter conseguido conter a doença com relativa rapidez e eficiência, de forma que sua economia já indica que deve estar a pleno vapor em breve.

Por fim, a principal mudança que devemos ficar de olho é na presidência dos Estados Unidos, onde Donald Trump dará lugar ao democrata Joe Biden. O novo mandatário deve ter uma postura mais rígida contra a pandemia no País, o que pode levar a algumas restrições adicionais até que a população esteja amplamente vacinada.

Biden deve propor pacotes de gastos públicos e transferência de renda mais robustos do que o seu antecessor, a fim de acelerar a recuperação econômica.

Contudo, tais medidas podem esbarrar no Senado norte-americano que possivelmente terá maioria da oposição. No mesmo sentido, os juros nos Estados Unidos devem continuar baixos por um bom tempo, o que beneficia a renda variável e os mercados emergentes como o Brasil.

No plano internacional, ainda é difícil saber qual será a postura de Biden. É quase certo que defenda uma agenda ambiental mais agressiva focando na redução das emissões de carbono, o que pode beneficiar empresas ligadas a esse movimento.

Já nas relações com a China, que conturbaram a economia global ao longo de boa parte do mandato de Trump, é possível que o tom seja menos agressivo, mas nem por isso devemos contar com um fim das disputas comerciais.

De qualquer forma, a Bolsa de Valores norte-americana é a maior e mais importante do mundo e continuará sendo uma grande opção para quem quer diversificar ainda mais seus investimentos e se beneficiar do reaquecimento da economia global.

Por isso, fique de olho no mercado internacional e inclua ativos, como os BDRs, na sua carteira. Conte com a Toro para te ajudar a aumentar as suas chances de ganhar com os melhores investimentos de 2021 no Brasil e no mundo.

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Invista em empresas dos EUA direto do Brasil.

Conheça os BDRs
Capítulo 9

Investir no Dólar: a moeda é o melhor investimento em 2021?

Uma das principais variáveis impactadas pela pandemia de Covid-19 foi a taxa de câmbio. O preço do dólar saiu de R$4,00 no final de 2019 e chegou muito perto dos R$6,00 no pior momento da crise em 2020.

A disparada foi uma combinação da queda da taxa de juros, do aumento da fragilidade fiscal do governo, da crise econômica e do aumento do risco global, o que levou investidores a retirarem dinheiro do Brasil para aplicar em países mais seguros.
                   

Passado esse período mais agudo, as coisas se acalmaram conforme o pânico diminuiu e o desenvolvimento das vacinas avançou. Em 2021, a expectativa de retomada da economia e os diversos estímulos econômicos dos países centrais devem ajudar o dólar a cair.

Por outro lado, a economia brasileira deve apresentar maiores dificuldades, com alto desemprego e contas públicas bastante deterioradas. As tão esperadas reformas fiscais defendidas pelo governo devem ser o principal fator para impedir que o dólar volte a uma forte alta, mas não há garantias de que os trâmites políticos consigam ser postos em prática ao longo do ano.

Mesmo considerando esses percalços, é difícil imaginar que a moeda norte-americana possa voltar a subir tanto quanto em 2020.

Caso a inflação suba e o Banco Central seja forçado a subir também a taxa Selic, é possível até que vejamos nova queda da moeda dos EUA.

Isso pode acontecer porque, nesse cenário, o Brasil se torna mais atrativo para o investimento externo frente aos juros zerados na maioria dos países ricos.

Para quem deseja ter uma exposição de parte dos investimentos em dólares acreditando que ele estará entre os melhores investimentos de 2021, há quatro maneiras principais para fazer isso:

A primeira possibilidade são os BDRs de que falamos no capítulo anterior. Nelas, você investe em ações negociadas no exterior e cotadas em dólar, de forma que seu valor em reais sobe junto com a alta da moeda.

A segunda é através de ETFs, que são fundos negociados em Bolsa. Ao comprar o IVVB11, por exemplo, você investe em todas as empresas que compõem o S&P500, o principal índice de ações da Bolsa dos Estados Unidos.

Na prática, é como se você adquirisse dezenas de BDRs ao mesmo tempo, mas a um preço muito mais acessível.

Os Fundos Cambiais, como mostramos no capítulo sobre este tema, são produtos em que você delega a gestão do seu capital para um gestor profissional que buscará as melhores oportunidades no mercado de moedas. Além disso, na Toro Investimentos, você investe em Fundos e recebe de volta (e em dinheiro) parte da taxa de administração paga à gestora do Fundo.

Por fim, os contratos futuros de dólar são muito próximos de comprar diretamente a própria moeda, mas sem as taxas e burocracias de uma casa de câmbio. Com isso, é possível se aproveitar de movimentos de alta ou baixa da moeda e ganhar com eles de forma simples e rápida.

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Invista em dólar de forma inteligente.

Conheça os ETFs
Capítulo 10

Investir em Bitcoin: vale a pena comprar a criptomoeda em 2021?

Nos últimos anos, o Bitcoin ganhou as manchetes e se tornou conhecido por muitas pessoas após valorização de quase 1.500% em 2017. A febre trouxe muitas pessoas para o mercado ainda pouco conhecido das criptomoedas, o que levou muitas delas a amargar uma queda de 80% ao longo do ano seguinte.

Em 2019, a gangorra continuou: o Bitcoin voltou a crescer, subindo 250% entre fevereiro e junho. Mas depois disso caiu novamente e em novembro já era registrada queda de mais de 30%. Em 2020, nova disparada e o sentimento de que “dessa vez vai ser diferente”.

Mesmo com a promessa de lucros altos, as criptomoedas seguem sendo um mercado amplamente incerto, no qual quedas de mais de 50% são frequentes em poucos meses.

São dois os principais problemas que afetam o Bitcoin e as demais moedas virtuais:

  1. O primeiro é seu caráter especulativo:
    Por enquanto, criptomoedas não são aceitas amplamente como meio de pagamento e podem nunca ser. Sua valorização se dá, portanto, apenas pela aposta de que esse cenário possa se tornar realidade no futuro.

  2. O segundo problema é a falta de regulação:
    Não há nenhum órgão como o Banco Central ou a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para garantir a lisura das operações, coibir fraudes e proteger os investidores, o que torna esse tipo de investimento ainda mais arriscado.

Por isso, não recomendamos investir em Bitcoins, por enquanto. O sonho de ficar rico de forma fácil e rápida é, de fato, muito sedutor, mas a fragilidade desse mercado faz com que os riscos envolvidos não compensem a aposta.

Por hora, há várias ótimas oportunidades em ações, FIIs, Fundos de Investimento e títulos de renda fixa que são mais consistentes e seguras. E nós da Toro estamos aqui para te ajudar a explorar todas elas de um jeito fácil e descomplicado.

Invista em ações que podem crescer mais que Bitcoin.

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Capítulo 11

Retrospectiva de 2020: um ano para entrar na história

Não tem como navegar em 2021 sem entender como foi esse ano de 2020 que passou. A conjuntura econômica, que já era delicada, foi agravada pela pandemia do coronavírus.

                                           
Houveram turbulências generalizadas nos mercados mundiais, alta do dólar, queda dos juros, eleições e muitas oportunidades para quem soube tomar boas decisões mesmo em meio a tanto barulho.
                                   

Não à toa, foi mais um ano de recorde de novas pessoas entrando na Bolsa de Valores em busca de melhores resultados, tarefa que fica cada dia mais difícil na renda fixa.

Entre os acontecimentos de 2020, podemos destacar:

Pandemia de Covid-19 e quarentena

Entre o fim de 2019 e o início de 2020, a China começou a notificar uma grande epidemia de uma gripe desconhecida na província de Hubei. Denominada como Sars-CoV-2 ou Covid-19, a doença desembarcou na Europa e nos Estados Unidos e, em fevereiro, já se espalhava com muita velocidade.

No mesmo mês de fevereiro, os primeiros casos foram reportados no Brasil, enquanto em março a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a doença como uma pandemia global. Quarentenas foram decretadas para diminuir o contágio, a economia colapsou e o Ibovespa chegou a mergulhar quase 50% em 1 mês.

Conforme a pandemia ia sendo gradualmente freada, as pesquisas com vacinas avançaram rapidamente e a economia voltou a se recuperar, ainda que necessite de mais tempo para voltar ao patamar pré-crise.

Setores mais diretamente afetados pelas medidas de distanciamento social, especialmente no setor de serviços, amargaram fortes prejuízos, enquanto todas aquelas ligadas ao mundo digital viram suas operações acelerarem vários anos em poucos meses.

Dólar em alta

Quem tinha planos de visitar o Mickey nos parques da Disney, teve que deixá-los para depois. Não só haviam restrições a entradas de estrangeiros nos Estados Unidos, mas o preço do dólar saiu de R$4,00 no início do ano para bater quase R$6,00 em maio de 2020.

Com as incertezas diminuindo gradativamente, a moeda norte-americana voltou a operar mais próximo dos R$5,00 do que dos R$6,00. Os prognósticos de que as vacinas devem aplacar a pandemia ao longo de 2021 ajudaram o real a se recuperar, conforme investidores voltaram a investir em ativos de maior risco.

Eleição nos EUA

Como falamos no capítulo sobre investimentos no exterior, um dos fatores de maior destaque em 2020 foi a disputa presidencial nos Estados Unidos. O pleito, que marcou a saída de Donald Trump da Casa Branca, chamou a atenção de muitos brasileiros pelas regras complexas do sistema eleitoral americano e pela demora na contagem de votos, se comparada com as eleições brasileiras.

Também se destacaram as disputas judiciais em torno do resultado, as acusações de fraude por parte de Trump e os receios de que a transição de governo pudesse ser posta em risco.
Essas incertezas trouxeram volatilidade ao mercado americano e pressionaram o dólar em relação ao real, conforme investidores tentavam evitar ativos de maior risco.

Passada a disputa, a transição parece assegurada. Se ainda não é possível saber exatamente quais serão as mudanças que a nova administração pela dupla Joe Biden e Kamala Harris trará, é quase certo que não haverá nada de muito drástico que possa assustar o mercado e trazer de volta a volatilidade que vimos ao longo de outubro e início de novembro de 2020.

Recorde de brasileiros na Bolsa

Com a queda dos juros, a Bolsa de Valores vai se tornando cada dia mais familiar aos brasileiros. Em 2019, o número de pessoas físicas que investia na B3, a Bolsa brasileira, dobrou em relação ao ano anterior e ultrapassou a marca de 1,2 milhão de pessoas.
Em 2020, mesmo com toda a turbulência em torno do coronavírus, esse número superou 3 milhões, um crescimento de quase 90% ao final de novembro em relação ao início do ano.

Agora em 2021, essa tendência deve continuar. Enquanto no Brasil, os investidores da Bolsa representam em torno de 1,5% da população, nos Estados Unidos essa proporção é de 50%. Em países asiáticos e europeus, pode chegar a 20% ou 30%.

Estamos abaixo até da média de países emergentes, que gira em torno de 5%. Como qualquer mudança cultural, demora algum tempo até que as pessoas se habituem a essa nova realidade, mas, olhando para a situação de outros países, ainda temos um longo caminho a trilhar.

Nesse contexto, alguns investimentos se beneficiaram muito do tão propagado “novo normal”, enquanto outros sofreram com a pandemia e devem ter um 2021 ainda complicado.

Entre aqueles que se saíram bem e figuraram entre os melhores investimentos do ano, destacamos as 5 ações do Ibovespa com maior alta em 2020*:

Weg (WEGE3) - +106,2%
Magazine Luiza (MGLU3) - +91,6%
Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA) - +71,2%
Bradespar (BRAP4) e Vale (VALE3) - +60,5% e +51,0%, respectivamente
Via Varejo (VVAR3) - +50,1%

*variação calculada até o início do pregão do dia 04/12/2020.

A Weg se tornou uma das queridinhas da Bolsa em 2020, sendo coroada com uma duplicação do valor de suas ações no ano. A alta do dólar impulsionou suas vendas no exterior, ao mesmo tempo em que as vendas no Brasil se mantiveram resilientes. Com isso, a expectativa é alta para que os resultados continuem fortes ao longo dos próximos anos.

Magazine Luiza e Via Varejo representam o bom momento do varejo digital, com as pessoas trocando as compras presenciais pelas compras online durante a quarentena. Mesmo com o relaxamento dessas medidas, essa mudança no padrão de consumo deve vir para ficar.

CSN, Vale e Bradespar (empresa cujo único investimentos são ações da Vale) foram beneficiadas pela alta do minério de ferro, em meio à expectativa de rápida recuperação da economia chinesa e de robustos investimentos em infraestrutura pelo mundo para combater a crise econômica do coronavírus.

Contudo, há também as empresas que tiveram um 2020 para ser esquecido*:

IRB Brasil (IRBR3) -82,7%
Cogna (COGN3) -56,4%
Cielo (CIEL3) -55,7%
Embraer (EMBR3) -53,4%
CVC (CVCB3) -53,3%

*variação calculada até o início do pregão do dia 04/12/2020.

Depois de ler tudo que apresentamos aqui sobre os melhores investimentos de 2021, chegou a hora de arregaçar as mangas para acelerar seus resultados este ano. Conte com a Toro e todo o nosso time de experts do mercado para te ajudar nesta jornada rumo ao sucesso.

Bons investimentos!

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Rafael Panonko analista financeiro

Rafael Panonko

Rafael Panonko atua no mercado de ações há 10 anos e é membro da equipe do Toro Radar, onde atua como Analista. Estudou Gestão Financeira e se tornou Analista CNPI-T registrado na APIMEC. Possui muita experiência em mesa de operações, trade de dólar, índices, mercados agrícolas e derivativos, além disso foi Oficial do Exército Brasileiro durante 8 anos.