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Taxa Selic: o que é e qual a taxa acumulada hoje

Capítulo 1

Taxa Selic hoje

Taxa selic hoje

6,50%

Taxa Selic anual definida pelo COPOM

A taxa Selic, também chamada de taxa básica de juros, é um dos termos de economia que quase todo brasileiro já ouviu falar. Os jornais, por exemplo, estão sempre informando sobre essa taxa — principalmente quando o governo anuncia uma mudança.

Mesmo com tanto destaque, muita gente ainda não
sabe ao certo o que é a Selic, como ela funciona e
qual é a sua influência na vida de todos.

Além de impactar os juros praticados na economia, ela também é um dos principais indicadores dos investimentos em renda fixa. Logo, entender os efeitos da taxa Selic e saber interpretar o seu valor é essencial para quem deseja poupar e investir dinheiro de forma inteligente.

Justamente por isso, preparamos um artigo para te explicar tudo sobre o assunto. Continue a leitura e conheça mais sobre o funcionamento dessa taxa, descubra a sua importância para o mercado financeiro e aprenda como ela pode influenciar seus investimentos.

Veja a Selic acumulada mensal 2018

Como você viu logo ali em cima, a taxa Selic hoje está em 6,50%. Vale lembrar que este é o valor anual, ok? No site do Banco Central, você pode ficar de olho nas mudanças da taxa Selic atual, além de consultar várias outras informações importantes ligadas à nossa economia.

Baixe a tabela histórica da Selic mês a mês

Taxa Selic mensal (%)
Mês/Ano 2018 2017 2016
Janeiro 0,58 1,09 1,06
Fevereiro 0,47 0,87 1,00
Março 0,53 1,05 1,16
Abril 0,52 0,79 1,06
Maio 0,52 0,88 1,11
Junho 0,52 0,81 1,16
Julho 0,54 0,80 1,11
Agosto 0,57 0,80 1,22
Setembro 0,47 0,64 1,11
Outubro 0,54 0,64 1,05
Novembro 0,49 0,57 1,04
Dezembro - 0,54 1,12

Fonte: Receita Federal


Seguir a tabela Selic é importante para entender a evolução dessa taxa e como ela sobe ou cai para adaptar-se às circunstâncias da nossa economia. Ela é um indicador importante para que você possa compreender o histórico econômico do país e aproveitar a taxa Selic atual para escolher investimentos mais interessantes, de olho em um futuro promissor.

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Capítulo 2

O que é taxa Selic?

Antes de entender o que é taxa Selic, precisamos explicar de onde vem essa sigla. SELIC é a abreviação de Sistema Especial de Liquidação e Custódia — uma espécie de mercado em que os títulos do Tesouro Nacional são comprados e vendidos diariamente.

Funcionando de forma totalmente eletrônica, esse sistema é um ambiente restrito apenas para instituições financeiras. Ou seja, além do próprio Banco Central, apenas os bancos e demais instituições do tipo podem negociar títulos nesse sistema.

A taxa Selic está ligada aos juros dos títulos públicos
que o governo oferece no sistema SELIC.

Quem decide o valor dessa taxa é o próprio Banco Central, a partir da reunião do COPOM — Comitê de Política Monetária da instituição. Como são emitidos pelo governo, os títulos públicos são bastante seguros.

Dessa forma, eles acabam sendo utilizados como uma espécie de “título de garantia” quando os bancos precisam pegar dinheiro emprestado. Esses empréstimos são realizados entre os próprios bancos, no chamado mercado interbancário e, normalmente, possuem o prazo de vencimento de apenas 1 dia.

Logo, a taxa acaba refletindo, na prática, quanto um banco paga para captar recursos com outro banco nesse mercado — sempre com base na remuneração dos títulos públicos.

A Selic como taxa de juros básica da economia

As instituições financeiras emprestam e captam dinheiro diariamente dentro do sistema SELIC — e como um título público é considerado uma aplicação muito segura, a taxa acabou virando uma referência com o tempo. É com base nela que os bancos decidem os juros que serão cobrados de seus clientes.

A lógica é simples: se um banco pode "emprestar" dinheiro ao governo, com o menor risco possível, comprando um título público que vai render a taxa Selic, só faz sentido emprestar dinheiro para pessoas e empresas por uma taxa maior.

Com isso, a Selic passou a ser vista por todos como a taxa básica de juros da economia, ou seja, a menor taxa de juros de todo o mercado em um dado momento.

Dessa forma, sua importância na economia brasileira é enorme, influenciando nosso cotidiano diretamente. Por isso, para investir da melhor forma, é fundamental acompanhar como anda essa taxa, analisando a sua trajetória até o momento e avaliando os rumos que ela pode tomar no futuro.

E se você tem mesmo visão de futuro, provavelmente já está pensando em como alcançar seus maiores objetivos. Definir um plano de ação é importante, mas nesse caminho surgem algumas dúvidas, especialmente na hora de tomar decisões.

Mas não se preocupe porque na Toro você pode criar o seu futuro contando com a ajuda de especialistas em investimentos. Que tal aprender como trilhar um caminho de sucesso sendo protagonista da sua própria história?

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Capítulo 3

Como a taxa Selic funciona:
Selic over e Selic meta

Antes de explicar como funciona a taxa Selic, é preciso saber o motivo dela existir e entender melhor para que servem os títulos do Tesouro.

Todo governo precisa arrecadar recursos para financiar suas atividades. Esse dinheiro pode vir de duas maneiras: por meio da arrecadação de impostos, que todos nós pagamos, ou por meio de um empréstimo.

O Governo pode pegar dinheiro emprestado de muitas formas, mas a principal modalidade é feita indiretamente, por meio dos títulos do Tesouro Nacional.

Esses títulos são certificados de dívida, emitidos e vendidos no mercado pelo próprio governo. Se você comprar um título, o governo se compromete a devolver o valor que foi pago em uma determinada data, com o acréscimo de juros.

Como funciona a taxa Selic

Essa taxa se divide em dois tipos: a Selic meta e a Selic over. Apesar de serem relacionadas, as duas são estabelecidas de forma diferente. Veja só:

Selic meta

A Selic Meta é a famosa taxa determinada pelo Comitê de Política Monetária, o COPOM. Formado pela diretoria do Banco Central, o comitê se reúne 8 vezes por ano, ou seja, a cada 45 dias, para definir se a taxa básica de juros da nossa economia deve subir, cair ou permanecer no valor atual.

A definição da taxa é complexa e, muitas vezes, pode ser influenciada por fatores políticos. Por ser um encontro fechado, não dá pra saber ao certo qual será o resultado até que a decisão seja anunciada.

A reunião do COPOM ocorre em 2 etapas:

1) Na primeira parte, os técnicos do Banco Central fazem um estudo sobre a conjuntura econômica atual, analisando aspectos como:

  • Nível de inflação.
  • Taxa de câmbio.
  • Taxa de juros externa.
  • Importações e exportações.
  • Nível de atividade econômica — produção industrial, vendas, consumo, endividamento.
  • Perspectiva de crescimento econômico, entre outros.

Esses dados são apresentados aos diretores do Banco Central, para servir como base para a decisão sobre a taxa.

2) A segunda etapa ocorre no dia seguinte e conta apenas com os integrantes do comitê. Em um ambiente isolado, os diretores e presidente do Banco Central se reúnem e debatem sobre o que pode ser feito. Ao final, é feita uma votação para definir a taxa que valerá pelos próximos 45 dias.

Porém, como o próprio nome sugere, a Selic meta não é a taxa real praticada no mercado, mas apenas uma meta fixada pelo COPOM. O objetivo é que os títulos públicos sejam negociados com taxas próximas à Selic meta.

Selic Over

Também chamada de taxa realizada, a Selic over, por sua vez, representa a taxa que realmente vemos no mercado. Ela é definida diariamente, por meio de um cálculo que considera a média ponderada de todas as transações com títulos públicos feitas no sistema SELIC.

O nome over vem de overnight, por ser um
empréstimo feito em curtíssimo prazo, de um
dia para o outro, entre os próprios bancos.

A Selic over existe porque não é possível determinar a taxa efetivamente praticada no mercado, já que bancos podem negociar as taxas livremente entre si. A Selic meta, nesse caso, seria apenas uma referência para nortear as transações interbancárias.

Porém, as duas taxas são muito próximas. Ao interferir no mercado SELIC, comprando e vendendo títulos, o Banco Central consegue influenciar os demais participantes, que passam a praticar uma taxa próxima da meta.

Por isso, a taxa over é sempre ligeiramente inferior à taxa meta. Historicamente, a diferença entre as duas fica em torno de 0,10 ponto percentual.

  • Selic meta: Meta fixada pelo Copom
    A cada 45 dias ocorre uma reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, para decidir se mantém, aumenta ou diminui seu valor.
  • Selic over: Taxa real que se vê no mercado
    É definida diariamente, a partir de um cálculo que considera a média ponderada de todas as transações com títulos públicos feitas no sistema SELIC.

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Capítulo 4

CDI x Selic: entenda essa relação

Mesmo sendo confundidas a todo momento, é importante destacar que a taxa básica de juros brasileira e o CDI não são a mesma coisa. As duas taxas possuem uma forte ligação, mas são diferentes entre si. Que tal entender isso melhor?

O que é CDI?

O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é um título usado no empréstimo de dinheiro entre instituições financeiras, ou seja, de banco para banco.

A taxa do CDI, ou taxa DI (taxa de Depósito Interbancário), é calculada pela média de todas as taxas praticadas nesse mercado diariamente. Ela é divulgada pela Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos Privados (CETIP).

Qual a relação entre Selic e CDI

Como os bancos são os principais compradores de títulos públicos, a Selic possui uma forte influência no CDI. As duas taxas caminham juntas, tendo valores bem próximos, com a taxa Selic ficando normalmente acima da taxa DI.

Por isso, o CDI é mais usado para avaliar investimentos, enquanto a Selic serve mais como um indicador econômico geral do momento, indicando a taxa de juros básica da economia.

O CDI é muito usado, por exemplo, como referência para a remuneração de títulos de renda fixa, como Certificados de Depósito Bancário e Letras de Crédito.

Você possivelmente já ouviu falar em um CDB que paga 100% do CDI ou uma LCI que renda 90% do CDI, certo? Isso significa que o título que está sendo ofertado terá seu rendimento diretamente ligado à taxa DI. Por isso, ela é tão importante quanto a Selic para quem investe.

Surgiu interesse em encontrar títulos como esses? Na Toro, você pode encontrar diversas opções de investimento que aliam segurança e rentabilidade. Ou seja, você pode investir com a confiança de que estará fazendo um bom negócio.

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Capítulo 5

Taxa Selic e inflação

Por influenciar diretamente as taxas de juros no Brasil, a meta anual da Selic é o principal meio do governo para controlar a inflação ou estimular a economia em momentos de recessão. Normalmente, a decisão do COPOM segue a seguinte lógica:

Se a inflação está alta, o COPOM pode aumentar a taxa Selic
Aumentar a taxa básica de juros incentiva os juros no mercado a subirem também. O crédito para as pessoas e as empresas fica mais caro — e elas passam a consumir menos e a poupar mais. Com o consumo menor, a tendência é que os preços caiam, fazendo a inflação cair junto.
Se a inflação está baixa, o COPOM pode reduzir a taxa Selic
A queda dessa taxa deixa espaço para os juros no mercado caírem também. O crédito fica mais barato, estimulando as pessoas e as empresas a fazerem financiamentos e comprarem a prazo, impulsionando o consumo e a produção. Isso aumenta a atividade econômica e a demanda por produtos, que consequentemente gera uma alta de preços, fazendo a inflação subir.

Em resumo, se a taxa Selic aumenta:

Se a taxa Selic diminui:

É por isso que é tão importante observar o que acontece no Brasil, e também lá fora, na hora de tomar uma decisão de investimento. Diante de tantas notícias e informações, muitas pessoas se sentem perdidas. Isso é bastante comum de acontecer.

A boa notícia é que na Toro você pode encontrar boas oportunidades de investimento em um só lugar. A melhor parte é que você conta com a expertise de especialistas no assunto para identificar boas opções no momento.

Aí o seu papel é escolher, entre tantas possibilidades, aquelas oportunidades que são mais adequadas ao seu perfil e aos seus objetivos.

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Capítulo 6

Como a taxa Selic influencia seus investimentos

Por representar o rendimento de um título público, a Selic passou a ser usada como uma taxa de referência não só para os bancos, mas também para todo o mercado de investimentos.

A maioria das aplicações disponíveis no mercado
são atreladas de alguma forma à Selic — seja direta
ou indiretamente.

Qualquer alteração nessa taxa faz com que os investimentos fiquem mais ou menos atraentes. No caso do Tesouro Direto, essa influência é direta — já que o rendimento de alguns dos seus títulos são determinados por ela. O impacto mais imediato é visto no Tesouro Selic, também conhecido como LFT, já que o título é pós-fixado e vinculado à taxa básica de juros da nossa economia..

Em outras aplicações, a influência é indireta. Uma mudança na Selic impacta a taxa CDI (que ocorre entre bancos), que é atrelada a vários outros investimentos, como por exemplo:

  • Certificados de Depósito Bancário (CDB)
  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI)
  • Letras de Crédito do Agronegócio (LCA)
  • Letra de Câmbio (LC)
  • Fundos DI

Seu investimento ligado à taxa Selic

Uma mudança na taxa básica de juros brasileira influencia todo o mercadode investimentos — impactando não só a renda fixa, mas também produzindo efeitos sobre a renda variável, como a compra de ações. A lógica é a seguinte:

Taxa Selic em alta
Quanto maior a taxa, melhor será o rendimento de alguns títulos públicos. As aplicações de renda fixa tendem a acompanhar o movimento e também começam a render mais.
Com isso, a renda variável, que oferece mais riscos, pode ficar menos atrativa para quem investe.
Taxa Selic em queda
Quanto menor a taxa, pior será o rendimento de alguns títulos públicos. As outras aplicações de renda fixa também tendem a render menos.
Assim sendo, a renda variável, onde é possível ter rentabilidades maiores, pode ficar mais atrativa para quem investe.

Dessa forma, prevalece a famosa relação risco e retorno. Por serem garantidos pelo governo, investimentos ligados à Selic são seguros e, por isso, são procurados por quem tem perfil conservador e com pouca tolerância ao risco.

Mas, ao mesmo tempo, é importante lembrar que o rendimento também pode ser baixo e, por isso, dependendo da situação, pode ser mais interessante procurar outras alternativas.

Taxa Selic e Poupança

A Poupança é uma das aplicações mais populares no Brasil e está diretamente ligada à taxa básica de juros. Essa relação começou a valer a partir de maio de 2012, quando o rendimento da Poupança passou a ser calculado da seguinte forma:

  • Igual ou menor que 8,5%: Quando a taxa básica de juros da nossa economia é menor ou igual a 8,5%, a Poupança rende 70% da Selic + Taxa Referencial.
  • Acima de 8,5%: Quando a taxa básica de juros da nossa economia é maior que 8,5%, a Poupança rende 0,5% ao mês + Taxa Referencial (TR).

Ou seja, se a taxa está em queda, a lógica é que o rendimento da Poupança também caia, especialmente se a taxa de juros básica da economia estiver igual ou menor que 8,5%. E esse é um detalhe que nem todos os brasileiros se dão conta.

Apesar da comodidade e baixo custo que a Poupança oferece, ela pode não ser a melhor opção na hora de
fazer o dinheiro render.

Existem diversas opções mais rentáveis e bastante seguras disponíveis no mercado. Por que se contentar com ganhos pequenos, se você tem a possibilidade de escolher alternativas mais interessantes?

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Capítulo 7

Como ganhar mais do que a Selic

Você já deve ter entendido uma informação importante aqui: embora seja a taxa básica de juros da economia e tenha grande importância para os brasileiros, isso não quer dizer que receber exatamente o seu valor seja o investimento ideal.

Existem muitas outras possibilidades que são tão seguras quanto a Poupança. É o caso, por exemplo, de vários investimentos da renda fixa. E há também oportunidades que te possibilitam buscar rentabilidades ainda mais altas, como a renda variável.

Entenda melhor, a seguir, sobre cada uma delas e suas principais opções de investimento:

Renda Fixa

A renda fixa agrega investimentos onde as pessoas podem saber, já no momento da aplicação, quanto vão receber ao final do prazo combinado.

Se você está em dúvida, não se preocupe, pois existem várias oportunidades na renda fixa que podem pagar mais que a Selic. Isso é possível porque os bancos e instituições financeiras costumam oferecer rendimentos maiores para atrair investidores.

Nessa categoria, estão investimentos como:

Uma detalhe importante é que esses exemplos que acabamos de citar oferecem riscos baixos, já que possuem uma vantagem excepcional: a garantia do FGC. O Fundo Garantidor de Créditos é uma instituição que, de acordo com algumas regras, pode ressarcir os investidores caso um banco ou uma instituição financeira declare falência ou seja liquidada, por exemplo.

Renda variável

Se você tem interesse em investir com alto potencial de ganho, talvez a renda fixa ainda deixe a desejar para o seu perfil mais arrojado. Mas tudo bem, pois existe a renda variável. Dentro dessa categoria está o investimento na Bolsa de Valores e através dela você pode investir em:

Esses são só alguns exemplos do que a Bolsa oferece para quem sonha alto. Mas, independentemente do tipo de investimento que mais te interessa, é importante que você escolha boas opções de acordo com o seu perfil.

Isso significa que, na hora de tomar uma decisão de investimento, você deve considerar sua tolerância ao risco, quanto tem no bolso e quais objetivos deseja alcançar.

E o primeiro passo para escolher os melhores investimentos para você é conhecer as opções que o mercado oferece, com suas vantagens e desvantagens. Afinal, tomar uma decisão mais acertada tem tudo a ver com analisar todas as oportunidades ao seu alcance.

Além disso, é importante ter em mente quanto pretende investir, qual o prazo desse investimento e qual o objetivo a ser alcançado. Só assim você vai conseguir tomar boas decisões de investimento, com mais chances de sucesso.

Com esses detalhes bem definidos, você pode acessar a plataforma da Toro e fazer simulações até encontrar opções que atendam a todos os pré-requisitos. Que tal?

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Capítulo 8

Dúvidas Frequentes sobre
a taxa Selic

Entender sobre essa taxa pode parecer complicado em um primeiro momento, então veja a seguir as principais perguntas sobre o tema:

A taxa Selic é a taxa de juros básica da economia. Ela é referência para todos os juros dos empréstimos, financiamentos, cheque especial, cartão de crédito e demais taxas do mercado. Se ela sobe, os juros costumam subir junto. E se ela cai, os juros também tendem a cair.

Quem decide o valor dessa taxa é o governo federal — e como os juros influenciam diretamente a economia, ela é usada para controlar a inflação e a atividade econômica no país.

O aumento dessa taxa encarece os juros praticados no mercado. Com isso, fica mais caro parcelar no cartão de crédito, financiar compras, pegar empréstimo no banco, entre outras coisas. A alta da taxa também reduz a atividade da economia, podendo causar desemprego e queda na renda da população.

Não é possível investir na Selic diretamente, mas sim em algumas aplicações vinculadas a ela, como a Poupança e títulos do Tesouro Direto.

Não. O CDI é pago de uma instituição financeira para outra, enquanto a taxa de juros básica da economia é paga ao governo. Porém, a relação das duas é próxima: a Selic influencia diretamente o valor do CDI.

Uma alta da taxa tende a aumentar os juros cobrados no mercado. Com o crédito mais caro, as pessoas compram menos, reduzindo a demanda por produtos e serviços. Com isso, os preços tendem a cair, forçando a inflação para baixo.

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